sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009

Os senhores do Futuro



definitivamente um Must-see!

sexta-feira, 23 de Outubro de 2009

Pinta que pinta o meu coração


O sorriso errante


Acho que encontrei a minha estratégia de coping para as crises.

quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

Queen - um perfeito clássico!

Finalmente chegou a minha casa o tão esperado album de uma das melhores bandas do mundo!



Já estou mais animada!

quinta-feira, 1 de Outubro de 2009

Dinamarca

Não vou mentir! A principal razão que me levou a querer explorar a Dinamarca, foi nada mais nada menos que este senhor:


Exactamente, o responsável pela criação do “Patinho feio”, a “ Pequena Vendedora de Fósforos”, “As Roupas Novas do Emperador” a “Polegarzinha”, entre outros contos bastante famosos.

Existe algo que considero simplesmente de excepcional e fascinante acerca de Hans Christian Andersen! Talvez por ser a “primeira voz autenticamente romântica a contar histórias para as crianças" e talvez não só por inspirar as crianças como também pessoas mais adultas. Mas o meu verdadeiro fascínio por Andersen recai sobretudo na natureza inocente e elegantemente trágica do remate dos seus contos.

Contudo, na minha opinião, as obras de Andersen têm sido um pouco mal entendidas, pois os contos de Andersen, são contos, jamais trágicos!
Há simplesmente algo neles que cria um sentimento que se perpetua e se vincula a nós. Contos absolutamente assombrosos, como o de o de um Soldadinho de Chumbo que se apaixona por uma bailarina e percorre uma aventura só para poder olhá-la de mais perto:


Uma Pequena Sereia que se apaixona por um príncipe e perde a sua voz em troca de um momento como humana para poder estar ao pé dele:


Ambos contos de amores supostamente trágicos e perdidos, mas sobretudo achados na eterna chama de um sentimento que permanece. E não é bem amor, é muito mais do que isso!
E a beleza está no imortalizar de uma “tragédia”, transformando-a num belo conto de encantar, mágico por si só, que enfeitiça e se apodera de nós...porque é algo que comove e apela ao nosso ser, ao nosso querer reler, querer confortar, querer que a história tenha um final feliz, mas no entanto, sem realmente a poder ter...pois se o tivesse...jamais não nos faria “Querer”!

E digo que só por isso valeu a pena pisar o solo dinamarquês, e voltaria a pisar uma outra vez e vezes sem conta, como quem lê um poema ou algo de que se gosta muito!
Apesar desta enorme paixão por Andersen, não deixei obviamente de visitar as outras grandes atracões da Dinamarca como:
O Porto de Nihavan


O Tivoli


E A lendária cidade hippie Christiania ou a “Cidade livre” que em tempos foi ocupada por milhares de hippies, anarquistas, artistas e músicos . É um local de uma aparência um tanto caótica e degradada e no entanto é dotado também de uma arquitectura imensamente pitoresca e única.

Dizem que não há perigo para os turistas que decidem aventurar-se por estes lados, contudo não é segredo nenhum de que existe de facto contrabando dentro desta comunidade, e portanto, o bom turista deve basicamente seguir 2 regras:

1º - Não tirar fotografias

2º - Não correr

Escusado dizer, que me esqueci da primeira regra, o que me levou ao desrespeito da segunda, assim que ouvi um grupo de hippies a gritar: “NO PHOTO! NO PHOTO!!!”

sábado, 26 de Setembro de 2009

Eleições 2009

E quem não está cansado da grande fantochada dos “meninos” do Governo...se eu fosse o Pai Natal, certamente que não receberiam um presentinho debaixo do pinheirinho...nem que decidissem subornar-me com litros de leite e milhões de biscoitos.

Amanhã, apetecia-me simplesmente ligar a televisão e ver nos noticiários:



Porque afinal, não merecerá Portugal melhor do que isto?

quinta-feira, 24 de Setembro de 2009

Elvas “Rainha da Fronteira”

Descrever os encantos de Elvas, não é fácil...principalmente por se tratar de uma recatada cidade que basicamente se situa no meio de nada...e no entanto no meio de tudo!

Algures num pacífico terreno alentejano, jaz a ponte entre o passado e o futuro, entre o que é “nosso” e o que é “deles”. E segura-se assim, firme, a Terra, a tudo aquilo que pode, enquanto pode, para sempre enaltecida e imortalizada ao sabor das águas do Guadiana! E brilha a ponte em esplendor, sob um sol rijo e abrasador, a nobre Ponte da Nossa Senhora da Ajuda:



Assim como se ansiasse ser restaurada, pedra a pedra, no desejo de ser, quem realmente é: a travessia imaginária sobre o que é “daqui” e o que é “dali”...ser capaz de avançar e retroceder mediante os prejuízos do tempo, permanecer memória e jamais ser esquecida!

E no topo da lendária Ponte, é onde se saboreia e se contempla um dos mais soberbos pores-do-sol: pois sim, só pelo facto de se estar onde mais ninguém se lembrou de estar...naquele dia, naquela hora.