“Sombras”

Esqueceste-te do teu lugar ao sol
E assim dei-te o meu...
Delicada,
Graciosamente
recusaste-o!
Evadida para um vazio sereno
Em cada lugar, és um quadro ameno
Da voz que queres, mas não tens!
E decidiste dar voz ao Eco
Na penumbra do sol-posto...
E assim és silhueta
De um pranto em desgosto
De um rosto que nem é teu.

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